quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Nova foto

Qual é o mal de seres um pouco mais gorda, teres celulite, estrias, o rabo grande, etc? Qual é o mal? Tens mesmo que gostar de ti e te aceitares como és, caso isso não aconteça, vais estar lixada. Não deixes e não aceites que os outros joguem abaixo a tua Auto-Estima e o teu Amor por ti. Mete nessa cabeça que és mesmo uma pessoa igual ás outras.
A imagem pode conter: 8 pessoas, pessoas a sorrir, pessoas em pé e interioreswww.blogspot.com

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Quantas vezes deixaram de dar o primeiro passo porque pensavam que a outra pessoa se achava demasiado importante para ser ela a dá-lo? Será que ela não pensava o mesmo de vocês?
Morro de silêncio enquanto a saudade me preenche este vazio com o nada que me deixaste. Um nada que me pesa e esmaga por nunca ter sido mais que isso.
Preocupa-te com o que podes controlar, tudo o resto é sorte e destino.
Não te peço para estares sempre ao meu lado, só te peço que quando estiveres... Estejas mesmo.
Não tens de me amar agora, eu tenho tempo. Ama-me quanto me puderes amar, ama-me quando fores livre desse velho amor que ainda te preenche. Eu tenho tempo, todo o tempo. O meu amor por ti está bem guardado, não envelhece, não apodrece, não esmorece. Não tenhas medo, tira-me o medo. Ama-me quando fores livre e eu livre serei quando me amares.
Era feito de pedra, uma enorme fortaleza humana, imune ao pior e qualquer flagelo. Vangloriava-se por nada nem ninguém ser capaz de o destruir ou mesmo impor-lhe a mais efémera dor, até que um dia…. 
Não te amo menos quando estás longe. Não te amo menos quando estamos zangados nem te amo menos quando estás menos bonita. Por isso, não te preocupes em estar sempre ao meu lado, não tenhas problemas em defender a tua opinião nem te preocupes em ajeitar o cabelo para estares comigo. Preocupa-te só em amar-me como eu te amo. Não te peço mais.
Quando estiveres doente segurarei a tua mão. Quando estiveres triste contarei uma piada. Quando tiveres frio, dar-te-ei o meu casaco, e quando te faltar amor, farei de ti a minha amada.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Nunca pensei que você
Me deixaria desse jeito
Sem dormir direito
Imaginei que fosse um passatempo qualquer
Uma aventura de amor,
Mas meu coração me enganou
E agora meu mundo é seu mundo
Seu corpo em meu corpo é um só
É um sentimento maior.
Te amo como nunca amei ninguém
Te quero como nunca quis um dia alguém
Você mudou a minha história.
Todo dia à todo momento
Estás presente no meu pensamento
Perco a noção do tempo
Só por causa de você.
Hoje eu acordei, 
percebi que você não estava aqui
será que não me ama mais?
ou será
que eu não te fiz feliz?

Se eu errei, me diz em que
se eu errei foi sem querer
o meu medo foi te perder
você marcou meu coração
e despertou uma ilusão
porquê que tem que ser assim?

Quero te amar
te entregar meu coração
te dizer que ainda sou teu
quero te amar
te entregar meu coração
te dizer que ainda sou teu

Hoje eu levantei
e entendi que o meu sonho estava diante de mim
resolvi comemorar 
Com um desejo de mais uma vez me apaixonar
talvez não se lembre daquele dia
você é o motivo da minha alegria
quando nós nos olhamos pela primeira vez
você me falou o que eu queria ouvir
a lua retrata o que eu senti
a noite mais linda que eu já vivi


Link: http://www.vagalume.com.br/belo/quero-te-amar.html#ixzz3DmyOuAjE

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Hoje, não quero responsabilizar ninguém por não ser tão feliz como desejava. Vou sim agradecer a Deus em todos os amanheceres, por ter mais uma oportunidade de ser melhor a cada dia que passa e pedi-lhe que da minha boca saiam palavras e gestos de amor. Vou pedir a cada amanhecer que me dê força para mostrar aos meus problemas, como são pequenos diante de uma grandeza enorme. Vou colocar de lado todo o meu sofrimento que a doença pode causar, daquilo que eu posso ver ou ouvir, para deixar de sofrer por antecipação ou atrair para a minha vida, angustias onde elas não existem por pensar que em mim, só acontece as coisas piores. A partir de hoje, vou tentar ser eu mesmo, sem me preocupar em agradar terceiros, sem me preocupar sobre o que pensam de mim. Eu vou ser aquilo que eu quero ser, sem que tenha necessidade de sorrir sem vontade ou dizer palavras amorosas só com a necessidade de quem as deseje ouvir. Direi não quando for preciso e não vivo obcecado em atingir a perfeição. Hoje vou viver a minha vida sem medo de ser feliz.

Quando eu não estiver mais aqui, as flores crescerão normalmente, os pássaros voarão e as pessoas nem notarão a minha ausência. Seguirão os seus caminhos felizes e eu terei somente uma certeza de que estive aqui lado a lado contigo e fui feliz...

terça-feira, 30 de outubro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Não me arrependo de ter amado as pessoas que amei.

Não me arrependo de ter amado as pessoas que amei. Posso até não ter sido amado por algumas delas ou até ter permitido que me magoassem e traíssem a minha confiança. Podem até me desiludirem com as suas falsas esperanças naqueles momentos menos esperados, quando eu achava que elas podiam fazer mais, agir mais. Hoje, continuo a amá-las, só com uma pequena diferença. Eu não as posso mudar, eu não preciso delas para percorrer o caminho da minha vida, porque seria demasiado pesado para elas, saber que a minha vida dependia delas e que se por acaso a sua ausência viesse acontecer, a minha vida não faria mais sentido. Acima de tudo, respeito todas as formas de ser, por mais que eu não concorde ou se desviem dos meus parâmetros. Não é por isso que as vou deixar de amar. Amar é saber abrir mão e deixar partir, mesmo que essa partida nos entristeça. Amar, não é ficar preso a olhar ou à espera que a nossa amada venha até nós e retribua todos os sentimentos. Amar não é ficar parado e erguer as mãos para o céu, procurando por um Deus e suplicar para que nos traga um amor para a nossa vida em troca de uma felicidade que não existe.

Sem medo da vida

Dou por mim a pensar na vida. Não penso numa vida qualquer, penso apenas na minha vida, aquela que é mais importante de todas. Penso que à minha volta nada muda, compete sim, ser o autor de todas as mudanças para em cada dia ser um pouco mais feliz. Resolvo deixar para trás todo o meu passado e não lamentar-me mais sobre a forma como aconteceu, sobre como vivi ou sobre o que podia ter sido se tivesse agido de uma outra maneira. Sei, que do passado jamais posso corrigir os meus erros, posso sim, aprender com eles para não os repetir. Porquê remoer-me? É ao errar que se aprende, é aprendendo que se vive e se há coisa que não tenho dúvidas, foi de ter vivido, muito ou pouco, mas vivi.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Assemblagem de um PC

Bom link para relembrar a assemblagem de um computador pessoal:

Ver Assemblagem

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Relatório do piquenique realizado na Praia da Loçainha


















ESCOLA TECNOLÓGICA E PROFISSIONAL DE SICÓ
PENELA


Relatório do piquenique realizado na praia da loçainha

No âmbito das áreas de CP e inglês, no passado dia 10 de Julho de 2009, realizamos um piquenique nas piscinas naturais da louçainha.
A saída da ETP Sicó, aconteceu pelas 9h e a chegada ás 9.30h, as diversas actividades decorreram até as 16. 20h. A chegada á ETP Sicó foi cerca das 17.20h
Esta actividade teve como objectivo, promover o convívio entre formadores e formandos, em ambientes não formais, conhecer a gastronomia inglesa assim como despoletar o interesse pela cultura, (pois alguns dos pratos preparados pelos formandos eram tipicamente ingleses, particularmente servidos num pequeno almoço inglês), compreender as diferenças dos usos e tradições das duas culturas: portuguesa e inglesa.
Realizamos diversas actividades, jogos e brincadeiras em grupo e em inglês, com o intuito de desenvolver algum vocabulário inglês.
Na minha opinião todos os objectivos foram alcançados. Pois todo o grupo aderiu com bastante motivação às actividades feitas, e apreendi que a aprendizagem se torna mais fácil em ambientes fora da sala de aula. Sou de opinião que actividades deste género se deveriam realizar mais vezes.

Artur Alves

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Maquete de Rede Informática





























Pelo facto de sermos uma turma de Redes Informáticas, criamos uma maquete de uma rede informática após o regresso de férias de Verão.
Feita há base de cartolina e palhinhas de plástico, esta foi um trabalho que nos deu um grato prazer de fazer.
Por essa razão, esta maquete estará brevemente em exposição no recinto da escola, para que os restantes cursos possam apreciar o nosso trabalho.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A constituição da Fibra Óptica


Fibra óptica é um filamento de vidro ou composto por materiais poliméricos (compostos químicos com elevada massa molecular relativa) com capacidade de transmitir luz. Tal filamento pode apresentar diâmetros variáveis, dependendo da aplicação, indo desde diâmetros ínfimos, da ordem de micrómetros (mais finos que um fio de cabelo) até vários milímetros.

Existem vários métodos de produção de fibra óptica, sendo actualmente mais conhecidos os métodos de MCVD, VAD e OVD.

As fibras ópticas podem ser basicamente agrupar em dois grupos:

Mono modo:

·         Permite o uso de apenas um sinal de luz pela fibra.

·         Dimensões menores que as fibras ID.

·         Maior banda passante por ter menor dispersão.

·         Geralmente é usado laser como fonte de geração de sinal.

Multimodo:

·         Permite o uso de fontes luminosas de baixa ocorrência tais como LEDs (mais baratas).

·         Diâmetros grandes facilitam o acoplamento de fontes luminosas e requerem pouca precisão nos conectores.

·         Muito usado para curtas distâncias pelo preço e facilidade de implementação.

Como funciona?

O sinal luminoso é transmitido para a fibra óptica sob a forma de impulso de '0'/'1' representando uma sequência de símbolos em sistema binários. As ondas passam através do núcleo do cabo, que é tapado por uma camada chamada cladding (revestimento de um material com outro). A quebra do sinal é controlada pelo desenho do cabo, que são os receptores e os transmissores, onde o sinal luminoso não pode escapar do cabo óptico porque o índice de quebra no núcleo, é maior no índice de falha do cladding. Deste modo, a luz viaja através do cabo num caminho todo espelhado.

Os transmissores ópticos são responsáveis por converter os sinais eléctricos em sinais ópticos que irão circular na fibra. A fonte óptica é modulada pela intensidade do sinal, através da variação da corrente eléctrica injectada no gerador óptico.

A fonte óptica é um semicondutor que pode ser o laser ou um led.

Os detectores de luz também chamados de foto detectores são responsáveis pela conversão dos sinais ópticos recebidos da fibra em sinais eléctricos correspondentes aos originais que são usados no terminal, computador ou modem. Os detectores mais utilizados são os fotodiodos, e o mais comum são PIN e APD (Avalanche Photo Diode).

Fibra óptica – as tecnologias

A tecnologia Gigabit Ethernet começou a ser desenvolvida em 1997 pela IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) nos Estados Unidos, e acabou por se ramificar em quatro padrões diferentes: 1000baseLX, 1000baseSX, 1000baseCX e o 1000baseT.

Os padrões 1000baseLX, 1000baseCX e 1000baseSX são padronizados pelo IEEE 802.3z, já o padrão 1000baseT está padronizado pelo IEEE 802.3ab.

Características das tecnologias

A tecnologia Gigabit Ethernet é apontada como uma óptima opção para redes de telecomunicação de alta velocidade. A migração das tecnologias Ethernet e Fast Ethernet para a tecnologia Gigabit Ethernet não exige grande investimento, já que as especificações técnicas são mantidas, em especial o quadro ethernet que se mantém em virtude da compatibilidade com as demais tecnologias ethernet.

A rede Gigabit Ethernet suporta transmissões no modo Half-duplex e Full-duplex. No geral, ela é compatível com as suas antecessoras, mas algumas mudanças foram necessárias para se suportar o modo Half-duplex.

1000BASE-SX

Nesta tecnologia entra o uso de fibras ópticas nas redes, e é recomendada nas redes de até 550 metros. Ela possui a mesma tecnologia utilizada nos CD-ROMs, por isso é mais barata que a tecnologia 1000baseLX, outro padrão que utiliza fibras ópticas.

 

Ela possui quatro padrões de lasers. Com lasers de 50 mícrons e frequência de 500 MHz, o padrão mais caro, o sinal é capaz de percorrer os mesmos 550 metros dos padrões mais baratos do 1000BaseLX. O segundo padrão também utiliza lasers de 50 mícrons, mas a frequência cai para 400 MHz e a distância para apenas 500 metros. Os outros dois padrões utilizam lasers de 62.5 mícrons e frequências de 200 e 160 MHz, por isso são capazes de atingir apenas 275 e 220 metros, respectivamente. Pode utilizar fibras do tipo mono modo e multi modo, sendo a mais comum a multi modo (mais barata e de menor alcance).

1000BASE-LX

Esta é a tecnologia mais cara do mercado, pois atinge maiores distâncias. Se a rede for maior que 550 metros, esta tecnologia é a única alternativa. Ela é capaz de atingir até 5km utilizando-se fibras ópticas com cabos de 9 mícrons.

Caso sejam utilizados nela cabos com núcleo de 50 ou 62.5 mícrons, com frequências de, respectivamente, 400 e 500 MHz, que são os padrões mais baratos nesta tecnologia, o sinal alcança somente até 550 metros, compensando mais o uso da tecnologia 1000baseSX, que alcança a mesma distância e é mais barata.

Todos os padrões citados acima são compatíveis entre si a partir da camada Data Link do modelo OSI. Abaixo da camada Data Link fica apenas a camada física da rede, que inclui o tipo de cabo e o tipo de modulação usada para transmitir os dados através deles. A tecnologia 1000 base LX é utilizada com fibra do tipo mono modo, por este motivo que ela pode alcançar uma maior distância em comparação com o padrão 1000basesx.

O FDDI

A especificação FDDI foi normalizada pelo ANSI, mas utiliza as especificações LLC (IEEE 802.2). Este tipo de rede, anterior ao 100baseT e 100VG AnyLan constituiu durante algum tempo a opção ideal para base de interligação de várias redes locais. Actualmente ainda existe bastante sucesso na sua comercialização.

O nível MAC utiliza uma técnica baseada em token e tem uma topologia em anel, contudo existem algumas diferenças relativamente ao Token-Ring (IEEE 802.5).

O token é libertado imediatamente após o envio da última trama, não aguardando que esta dê a volta ao anel (“Early Token Release”). Como consequência desta técnica (usada também em algumas implementações 802.5) podem existir tramas de várias proveniências a circular simultaneamente no anel.

O protocolo MAC das redes FDDI é conhecido por TTP (“Timed Token Protocol”). Quando um token circula pelo anel, trata-se de uma variante da técnica usada para o MAC 802.5 em que é dado maior relevo ao controlo de tempos. Assim o tempo que o token demora a descrever o anel é controlado, ultrapassando um determinado limite que nenhum nó o pode capturar. Por outro lado e tal como no 802.5 o tempo em que o token pode estar detido por um nó, é pequeno.

O nível físico FDDI é dividido nos níveis já descritos para o 100baseT. Tal como no caso do Token-Ring, todos os nós são repetidores, no caso da fibra óptica a distância máxima entre repetidores é de 2 Km, com um máximo de 500 nós permite alcançar distâncias de 100 Km, e tudo isto a uma taxa de 100 Mbit/s.

A largura de Banda

Em telecomunicações, a largura da banda ou apenas banda, normalmente refere-se à taxa de transferência de bits de uma rede de transferência de dados, ou seja, a quantidade da taxa de bits que a rede suporta. A denominação banda, designada originalmente a um grupo de frequências, justifica-se pelo fato de que o limite de transferência de dados de um meio estar ligado à largura da banda em hertz.

O termo banda larga indica conexões com uma largura que se mede em hertz relativamente alto, em contraste com a velocidade padrão em linhas analógicas convencionais (56 kbp/s), na chamada conexão discada.

quinta-feira, 7 de maio de 2009



A importância do nosso património mundial





Reflexão
A humanidade infelizmente ainda não alcançou assumir plena consciência, de tão embrenhada que está no alcance do progresso económico, na importância que todo o património tem para a nossa afirmação, cultura e até sobrevivência. Cada vez mais vivemos num mundo globalizado, esta realidade deve servir para que todos os países se unam na preservação do património mundial.
Este papel não compete apenas aos poderes políticos mas a todos nós, pois património é tudo o que “herdamos dos nossos antepassados e estamos a usar emprestado dos nossos filhos”.
A conservação do património deve ser visto como uma preocupação comum. Hoje não podemos pensar que pertencemos apenas a uma nação mas sim a um mundo, que cada vez mais se torna numa aldeia global, e que tudo o que nela existe é nosso dever manter, não só o património cultural de valor evidente para a identidade cultural de um povo nomeadamente monumentos, centros históricos, fachadas de edifícios antigos com tipos de arquitectura única. Como todo aquele essencial para a existência futura no planeta, a floresta da Amazónia, toda a flora e fauna o ar, os mares e rios.
É necessário mudar de mentalidade e de atitude perante este problema mundial. Em Primeiro lugar devemos sentir orgulho no nosso património.
Contribuir com atitudes de cidadania, não só conservar como chamar á responsabilidade quem não o faz.
Visitar mais os monumentos mesmo quando necessário pagar, respeitar as regras de conservação, fazer a divulgação da sua beleza para que aumente o número de visitantes,
Respeitar a floresta protege-la dos incêndios e dos incensiveis que não pensão duas vezes antes de a dizimar por questões meramente económicas,
Não poluir os rios e consequentemente os mares, ao contrário do que se pensa uma grande parte do lixo que é feito, mais tarde ou mais cedo vai ter ao mar.

Em resumo, um povo sem património cultural é um povo que não tem uma identidade não conhece as suas origens, mas um povo sem património ambiental é um povo que tem a sua existência seriamente comprometida no futuro.

Património comun da humanidade

Neste trabalho vamos desenvolver os conceitos de UNESCO e de património comum da humanidade e a sua importância. Os respectivos critérios de classificação para que façam parte da lista do património da humanidade.
Vamos também falar de um monumento de origem Portuguesa no Brasil e da sua história (mosteiro de S. Bento de Olinda).
Fizemos uma pesquisa sobre determinado património de Penela e particularmente sobre o castelo e a sua importância no desenvolvimento económico do concelho e em que poderia beneficiar o nosso projecto fictício “o empreendedor”

É todo o património Mundial e que pertencente a toda a humanidade, todo um conjunto de bens materiais e imateriais que pelo seu valor próprio, deve ser considerado do interesse evidente para a permanência e entidade da cultura de um povo.
É a nossa herança do passado, com que vivemos hoje e que é, nosso dever aumentar e preservar para ser passado às gerações seguintes.
Temos como património bens imóveis: castelos; igrejas; conventos; museus.
Património Mundial são vários locais, como por exemplo florestas, cordilheiras, lagos, desertos, edifícios, complexos ou cidades, especificamente classificado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Cultura, Ciência e Educação).
O programa de classificação visa a catalogar e preservar locais de excepcional importância cultural ou natural, como património comum da humanidade.
Os locais da lista podem obter fundos do World Heritage Fund sob determinadas condições.
O programa foi fundado pela Convenção sobre a Protecção do Património Cultural e Natural, adoptado pela Conferência Geral da UNESCO de 16 de Novembro de 1972. Em 2008, um total de 878 sítios estavam listados, sendo 679 culturais, 174 naturais e 25 mistos, em 145 países diferentes.

A importância do património Mundial
O património Mundial tem importância na humanidade, devido a transmissão de culturas entre povos, preservação da entidade de um povo através de (religião, educação, ciências).
A sua preservação faz com que sejam, divulgados e conhecidos pelo mundo.

UNESCO
É a organização das nações unidas para a cultura ciência e educação.
É constituída por vários países.

Critérios de classificação para inscrição de bens da lista do Património Mundial
Representar uma obra-prima do génio criativo humano;
Mostrar um intercâmbio importante de valores humanos, durante um determinado tempo ou numa área cultural do mundo, no desenvolvimento da arquitectura ou tecnologia, das artes monumentais, do planeamento urbano ou do desenho de paisagem;
Mostrar um testemunho único, ou ao menos excepcional, de uma tradição cultural ou de uma civilização que está viva ou que tenha desaparecido;
Ser um exemplo de um tipo de edifício ou conjunto arquitectónico, tecnológico ou de paisagem, que ilustre significativos estágios da história humana;
Ser um exemplo destacado de um estabelecimento humano tradicional ou do uso da terra, que seja representativo de uma cultura (ou várias), especialmente quando se torna (am) vulnerável (veis) sob o impacto de uma mudança irreversível;
Estar directamente ou tangivelmente associado a eventos ou tradições vivas, com ideias ou crenças, com trabalhos artísticos e literários de destacada importância universal;
Conter fenómenos naturais excepcionais ou áreas de beleza natural e estética de excepcional importância
Ser um exemplo excepcional representativo de diferentes estágios da história da Terra, incluindo o registo da vida e dos processos geológicos no desenvolvimento das formas terrestres ou de elementos geomórficos ou fisiocráticos importantes;
Ser um exemplo excepcional que represente processos ecológicos e biológicos significativos da evolução e do desenvolvimento de ecossistemas terrestres, costeiros, marítimos ou aquáticos e comunidades de plantas ou animais;
Conter os mais importantes e significativos habitats naturais para a conservação da diversidade biológica, incluindo aqueles que contenham espécies ameaçadas que possuem um valor universal excepcional do ponto de vista da ciência ou da conservação

A história de Olinda
Fundada no século XVI pelos portugueses, a história de Olinda está ligada à indústria da cana-de-açúcar. O centro histórico foi classificado como Património Mundial pela UNESCO em 1982.
Após a pilhagem feita pelos holandeses, a cidade foi reconstruída e o desenho urbano principal remonta ao século XVIII. O equilíbrio mantido entre os edifícios, os jardins, as vinte igrejas barrocas, os conventos e as numerosas capelas (conhecidas localmente por passos), dão à cidade de Olinda, um ambiente de particular encanto. "Portugal é um dos países com maior número de monumentos no mundo classificados como Património da Humanidade, o que demonstra a amplitude da diáspora portuguesa", explica Luís Segadães, das 7 Maravilhas, acrescentando que "apenas Espanha tem mais monumentos classificados, mas com 22 deles centrados na América do Sul e apenas um nas Filipinas. Os monumentos portugueses podem ser encontrados por todo o mundo, o que mostra bem a dimensão e influência da presença portuguesa a uma escala global. A globalização começou com os portugueses". Do Brasil à Tanzânia, do Paraguai ao Sri Lanka, os portugueses deixaram marcas culturais e de enorme valor, classificadas oficialmente pela UNESCO. Em três continentes diferentes podem ser encontrados vários monumentos que reflectem a presença portuguesa.
A Igreja e o Mosteiro de São Bento perfazem um importante complexo arquitectónico barroco situado em Olinda, Pernambuco. É tombado nacionalmente e, junto com grande parte do centro histórico da cidade, também como Património Histórico Mundial pela UNESCO.

A fundação do Mosteiro de São Bento e sua igreja anexa remontam aos primeiros tempos da colonização portuguesa no Recife. A Ordem de São Bento veio para o Pernambuco após o convite do terceiro donatário da capitania, Jorge de Albuquerque Coelho, para que se estabelecessem na colónia, oferecendo-lhes diversos benefícios e vantagens.
Chegando ao Estado de Pernambuco, em 1586, residiram primeiramente na pequena igreja de São João, transferindo-se depois para a pequena ermida de Nossa Senhora do Monte. No ano de 1592 os monges adquiriram um terreno que se chamava à época de Olaria, junto ao Varadouro da Galeota, mais tarde aumentado com a compra de mais três lotes vizinhos, e iniciaram a construção de um mosteiro.
O mosteiro ficou pronto já em 1599, mas logo foi destruído quando em 1632 um incêndio consumiu grande parte da cidade, deflagrado em virtude da invasão holandesa. Do fogo escaparam apenas os arquivos, e o local foi em breve reconstruído, voltando ao funcionamento em 1640 e sendo subsequentemente ampliado. Nos diversos espaços internos do mosteiro podem ser apreciadas muitas peças de alto valor artístico, como sanefas de talha dourada, gradis de jacarandá, pinturas de episódios da vida de São Bento e retratos de velhos abades e mestres da Ordem Beneditina no país, além de rico mobiliário. No claustro estão sepultados vários monges da abadia. Com o tempo a Ordem em Olinda firmou-se e enriqueceu, contando em 1850 com 16 casas de sobrado, 24 casas térreas, outros prédios rústicos, uma fazenda, um engenho de açúcar em Mussurepe, um sítio de lenha em Beberibe, além de 254 escravos. O Mosteiro de São Bento sobrevive actualmente do seu património e das doações feitas às capelas de Nossa Senhora do Monte de Olinda e de Nossa Senhora dos Prazeres dos Montes Guararapes. A construção da Igreja de São Bento foi iniciada em 1761, após o incêndio do antigo complexo pelos holandeses, e foi terminada provavelmente em 1783, segundo inscrição no óculo. A sua fachada, com desenho do mestre-pedreiro Francisco Nunes Soares, apresenta um frontispício sóbrio, com portas entalhadas em almofadas, moldura de pedra com arcos abatidos, sendo que a central é encimada por um óculo emoldurado, ladeado por janelões com gradil de ferro. No frontão com volutas há um baixo-relevo com o brasão da Ordem Beneditina. À direita, uma torre com um carrilhão. Da decoração interna destaca-se o magnífico altar-mor, em madeira de cedro e inteiramente folheado a ouro, construído entre 1783 e 1786, sendo um dos exemplares mais belos e significativos de talha dourada no Brasil. Em 1860 foi feita uma reforma com novos douramentos. Restaurado em 2001, foi objecto de polémica ao ser desmontado para ser exposto em Nova York, em 2002, como a atracção principal da exposição Brasil de Corpo e Alma, realizada no Museu Guggenheim, retornando posteriormente ao seu local de origem. No centro está a imagem de São Bento, ladeada por São Gregório Magno e por Santa Escolástica.

O tecto da capela-mor é decorado com pinturas que representam passagens da vida do santo fundador da Ordem e de seus monges. Do mesmo tecto pendem três lampadários de prata, do século XVIII.


A nave conta com um púlpito com dossel e altares laterais com imagens do século XVIII. O coro ostenta uma imagem de tamanho natural de Cristo crucificado e rodeado de anjos e de um esplendor, e a do Menino Jesus de Olinda, uma escultura em barro cozido, feita por Frei Agostinho da Piedade entre 1635 e 1639. A sacristia é a mais rica de Olinda, com móveis esculpidos em cedro e decoração com espelhos de cristal e painéis nas paredes e tecto retratando a vida de São Bento, obras de José Eloy da Conceição executadas por volta de 1785. Também ali se preserva uma pintura do século XIV da escola italiana, mostrando São Sebastião, trazida para o mosteiro em fins do século XIX, e um grande lavabo, esculpido em mármore policromado e confeccionado em Estremoz, Portugal. Outras peças importantes são um retábulo de talha dourada e um painel retratando Nossa Senhora das Dores.

Património do concelho de Penela e o seu aproveitamento

O concelho de Penela apresenta um rico património arquitectónico. A começar pelos castelos de Germanelo e Penela, a villa romana de Rabaçal, o convento de Santo António, os pelourinhos de Penela e Podentes, as igrejas de S. Miguel e Santa Eufémia em Penela, o ordenamento e traça arquitectónica das vilas de Penela e Espinhal. Quando visitar o concelho, não deixe de ver também a Cumieira, Espinhal, Podentes e Rabaçal. A beleza do tipicismo das aldeias de Malhada Velha, Podentes e Ferraria de S. João é admirável. As colinas e serras circundantes formam inúmeros panoramas a não perder como aqueles que se observam em Chanca, Louçainha, Monte de Vez, Pedra da Ferida e S. João do Deserto. A serra calcária propícia a formação de inúmeras riquezas espeleológicas, como as Grutas das Taliscas, recentemente descobertas. Mas o castelo de Penela é o mais notório.

Castelo de Penela
A ocupação militar deste outeiro é muito antiga, remontando pelo menos aos Romanos, que daqui vigiavam a estrada Mérida-Conímbriga-Braga. Invadida pelos Árabes em 716, foi depois retomada no séc. XI pelo Conde D. Sesnando, primeiro governador de Coimbra. O conde mandou erigir no local da alcáçova um forte castelo, que repovoou, nascendo assim um burgo cristão sob a protecção das muralhas ameiadas. Deste povoamento subsistem as sepulturas escavadas na rocha de desenho antropomórfico.
O castelo de Penela é uma fortaleza medieval de planta irregular e recorte sinuoso, alongada no sentido Norte-Sul aproveitando o escarpado natural, pelo que os panos de muralha têm altura que varia entre 7 e 19 metros. Pertencia à linha defensiva do Mondego na época da Reconquista cristã, seguindo-se ao castelo de Montemor-o-Velho em ordem de grandeza. Na cerca de muralhas, que envolvia a vila medieval com suas casas, ruas e igreja, rasgam-se as duas portas existentes. A Porta da Vila ou do Cruzeiro (séc. XV), de arco pleno, no exterior da qual, em tempo de paz, se começou a estender o arrabalde, e a Porta da Traição para acesso aos campos. A brecha das desaparecidas constitui hoje a entrada mais franca na fortaleza aqui se abria a terceira porta, virada a sul, guardada pela torre quinária, e que ligava o arrabalde mais directamente à igreja. Nas zonas mais expostas foram levantadas as torres que permitiam a defesa cruzada das quadrilhas (pano de muralha entre as torres) e das portas. Das doze torres que existiram até ao séc. XVIII subsistem algumas com formas arredondadas e quadrangulares, para além da quinária.
A torre de menagem, hoje desaparecida, datava de 1300 e erguia-se no castelejo, núcleo defensivo primitivo, que foi reedificado no séc. XV-XVI
As lutas contra os Mouros e a passagem dos séculos tomaram necessária a sucessiva ampliação e restauro do castelo, prolongando a sua (re) construção dos sécs. XI ao XVI por iniciativa de vários reis, designadamente, D. Afonso Henriques, D. Sancho I, D. Dinis, D. Fernando.
A perda da importância defensiva deste castelo levou a que a sua manutenção fosse descurada e que a população começasse a utilizar as pedras noutras construções, ficando esta fortaleza cada vez mais danificada. Foi restaurada nos anos de 1940 as muralhas e as ameias caldas foram refeitas segundo o ainda existente, e desmanteladas as casas entretanto encostadas às muralhas. A torre sineira de construção setecentista foi apeada.
A partir de 1992, e já a cargo do IPPAR procedeu-se à pavimentação dos acessos e da circulação interior do castelo, à limpeza, recuperação e consolidação das muralhas, à beneficiação do caminho de ronda com a colocação de passadiços que permitem o percurso pedonal na quase totalidade do perímetro.
A ocupação desta fortaleza resume-se hoje à igreja e à casa paroquial. O castelo de Penela ainda continua a ser uma” peça” muito importante para a vila, hoje não para a sua defesa, noutros tempos, mas como meio de atracão turística. Actualmente o castelo é palco de diversos eventos culturais, a feira medieval, semana da juventude ou ainda o Penela presépio.
Tais eventos, estão a atrair muitos visitantes a Penela, o que acaba por trazer algum desenvolvimento, mais no ramo hoteleiro, é notório o aumento de estrangeiros durante estes acontecimentos, nos restaurantes ou estalagens da vila. Neste ano, cerca de vinte mil visitantes ao Penela presépio 2008.
Deste modo, poder-se-ia contribuir para o desenvolvimento do projecto “o empreendedor” que estamos a desenvolver na disciplina de clc (cultura língua e comunicação) na área Cp. (cidadania e profissionalidade), que consiste na construção de uma pousada turística, junto das piscinas naturais da louçainha, com espaços para a prática desportiva, tais como campos de golfe, ténis, picadeiro para provas equestres e a criação de percursos pedestres.
A nossa identidade depende da forma como ela se construiu, não só através do património arquitectónico através descrito como também das heranças, tradições, c costumes, gastronomia


Conclusão
Com a realização deste trabalho concluímos que temos um vasto e grandioso património de origem Portuguesa distribuído pelo mundo. Que o povo português teve uma importância fundamental no desenvolvimento cultural do mundo.
No nosso concelho, um dos monumentos mais notório e importante é o castelo que representa o cartão de visita de Penela e preponderante no desenvolvimento da região , através dos eventos culturais nele realizados.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A vida e obra de Fernando Baeta Bissaya Barreto Rosa


Fernando Baeta Bissaya Barreto Rosa (nasceu em Castanheira de Pêra a 29 de Outubro de 1886, tendo falecido em Lisboa a 16 de Setembro de 1974), mais conhecido por Bissaya Barreto, foi um professor de Medicina da Universidade de Coimbra e político.
Entre outras funções, foi deputado à Assembleia Nacional Constituinte (1911), dirigente do Partido Evolucionista e depois da União Liberal Republicana. Após a Revolução Nacional aderiu à União Nacional, de que foi um destacado dirigente.
A vida e obra
Fernando Baeta Bissaya Barreto RosaBissaya Barreto fez os seus estudos primários e ainda o liceu em Coimbra.
Matriculado na Universidade de Coimbra, fez parte da geração de estudantes da Greve Académica de 1907. Frequentava, na altura, o 1.º ano da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e foi um dos 160 alunos que não renovaram a matrícula para fazer exame.
Na Faculdade de Medicina acaba a licenciatura em 1913, formando-se, anos antes, em Filosofia e Matemática, com excelentes notas.
Ainda como aluno do Colégio de Coimbra, começa leccionara disciplina de Ciências Físicas e Biológicas, colaborando na altura com o professor Sidónio Pais, que decerto muito o influenciou.
Em Coimbra, enquanto estudante, foi um republicano convicto. Pertenceu, quando frequentava o 4.º ano de Medicina, ao Comité civil da organização independente de Coimbra, "Carbonária Portugália", em Janeiro de 1910.
Participou, como delegado, no Congresso do Partido Republicano, realizado em Coimbra. Colega de Oliveira Salazar na Universidade, acompanhou-o depois na tertúlia do CADC, e pode dizer-se, tal era a admiração pessoal que tinha por ele, que foi Salazarista antes do Salazarismo. O ditador, mais tarde, agradeceu-lhe a atenção dedicada.
Completa a licenciatura em Medicina e prefere a vida política, tendo sido eleito pelo círculo eleitoral da Figueira da Foz, para a Assembleia Constituinte de 1911. Em Lisboa, começou a frequentar a Escola Médica e as aulas do professor e cirurgião cabeça, ocupando o seu lugar no parlamento ao mesmo tempo. Passados 3 anos regressa a Coimbra, onde prestou provas para professor da Faculdade de Medicina, dando aulas depois na disciplina de "Técnica Cirúrgica", exercendo clínica. Na qualidade cirurgião, percorre a província, fazendo operações em Vila Real, Guarda, Santa Comba Dão, Mealhada, Castanheira de Pêra e Figueira da Foz.
Bissaya-Barreto fez parte no ano de 1932 da Comissão Central da União Nacional, simultaneamente com Manuel Rodrigues, Armindo Monteiro, Lopes Mateus, e sob o comando de António de Oliveira Salazar.
Foi ainda presidente da Junta da Província da Beira Litoral, procurador da Câmara Corporativa e, ao longo do tempo, teve uma acção no campo social e da saúde pública muito importante.
Impulsionou a criação de sanatórios, leprosarias, casas da criança, lares para idosos, institutos maternais, bairros económicos, campos de férias, colónias balneares, estando à frente da campanha de luta contra a tuberculose, a lepra e a loucura. Mandou construir a Escola Normal Social e o Portugal dos Pequenitos.
Em 26 de Novembro de 1958, criou uma Fundação, em Coimbra, que tem o seu nome, justamente na casa onde viveu. Após o 25 de Abril foi exonerado de todos os seus cargos, falecendo em Lisboa a 16 de Setembro de 1974.